Crianças brincando em playgrounds, idosos reassumindo a rotina de exercícios ao ar livre e jovens tomando para si os espaços públicos com prática esportiva e socialização. Esse é o novo cenário que começa a se consolidar em diferentes bairros de Macaé com a intensificação da colocação de mobiliário urbano executada pela prefeitura.
A fase mais recente das obras já atinge localidades como Alto Cajueiros, Miramar, Barra, Lagomar, Bosque Azul, Brisa do Vale, Imbetiba e Praia do Pecado, que passaram a contar com dispositivos direcionados ao lazer, saúde e interação comunitária.
Dentre os elementos implantados estão academias para a melhor idade, estruturas para calistenia, mesas de tênis de mesa, futmesa e parques infantis. A iniciativa vai muito além da atualização urbana: a intenção é converter áreas públicas em pontos de encontro para famílias e moradores de várias faixas etárias.
Na Praia dos Cavaleiros, os equipamentos estão sendo confeccionados em aço inoxidável para resistir aos danos causados pela maresia e assegurar maior longevidade. Já nos bairros mais distantes da costa, a estrutura empregada é em aço galvanizado, matéria-prima robusta e compatível com as particularidades de cada área.
A Praia do Pecado também está prevista para ganhar uma academia especializada para exercícios físicos, expandindo as alternativas esportivas em uma das regiões mais movimentadas da cidade. Em Imbetiba, dispositivos antigos começaram a ser trocados por instalações mais contemporâneas, abrangendo uma nova central de calistenia.
Conforme a Secretaria Executiva de Serviços Públicos, a seleção dos equipamentos se deu mediante avaliações técnicas realizadas em cada ponto, considerando o perfil dos residentes e as demandas específicas de cada espaço.
O secretário executivo de Serviços Públicos, Rodrigo Silva, enfatizou que o plano visa robustecer o uso partilhado das praças e estimular costumes mais saudáveis na rotina dos cidadãos.
A ação igualmente se alinha a uma tendência cada vez mais presente nas municipalidades brasileiras: converter zonas urbanas em ambientes mais humanizados, inclusivos e efetivamente aproveitados pela população.








